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 Presidente do Uruguai, José Mujica, numa reunião oficial do Ministério da Economia e Finanças do país.

Mujica é conhecido por ser defensor da liberação da Maconha (que conseguiu semana passada) e por doar quase 90% de seu salário como presidente, vivendo desse pouco que lhe resta.

Outro fato sobre ele é que ainda mora na mesma casa faz décadas. Num sitiozinho que herdou de seu pai quando o mesmo faleceu.

Ah, ele anda de fusca normalmente.

Um exemplo para todos os políticos.

Como mede a riqueza de um país



Se não tem riqueza, por que não se pode apenas fabricar dinheiro?
A riqueza de um país é medida por meio do PIB – Produto Interno Bruto. Esse cálculo da riqueza foi inventado pelo economista russo, Simon Kuznets.

Basicamente, o PIB é encontrado a partir da soma de todos os bens e serviços finais produzidos em num país durante um determinado período. Essa técnica mensura a atividade econômica, mas não pode ser utilizada como um indicador social, pois as pessoas não se beneficiam com o aumento do PIB de seu país.

Ainda assim, o Produto Interno Bruto caracteriza a forma mais importante de se medir a riqueza de uma nação, e ele até configura e determina o ranking das economias mundiais. Ou seja, quanto maior o PIB, melhor posicionado fica o país.

Para o cálculo do PIB é preciso somar o consumo (C), o investimento (I), os gastos governamentais (G) e as exportações (X) do país durante o ano e subtrair as importações (M).

Mas porque os países não podem simplesmente imprimir mais cédulas quando precisam de dinheiro?  Nós podemos dizer que a resposta é simples. Fabricar mais dinheiro não resolve problemas financeiros de uma nação porque o excesso de cédulas em circulação elevaria os preços das mercadorias, causando um desequilíbrio na economia.

Imprimir dinheiro sem critério resulta em inflação, e para que um país tenha uma economia saudável é preciso equilíbrio entre a produção de bens e o volume de dinheiro em circulação.

Hoje, a Casa da Moeda brasileira imprime mais dinheiro novo para substituir cédulas velhas e rasgadas, do que para injetar capital no mercado.



BitCoin


O BitCoin é uma espécie de dinheiro do mundo virtual. Essa moeda digital tem sido usada para muitos fins na internet, inclusive para a compra de drogas.

O BitCoin nasceu em 2008 com o objetivo de ser uma moeda sem fronteiras. A moeda usa conceitos de redes P2P e não possui um banco central.

O “bit” do nome BitCoin é uma referência a “BitTorrent”, a rede ponto a ponto (P2P), onde os internautas  podem participar de maneira anônima. O BitCoin não possui central de gerenciamento, e utiliza um complexo esquema matemático de criptografia para garantir sua segurança.

Essa moeda virtual é gerenciada pela Bitcoin Consultancy, uma organização que ajuda a promover o uso de Bitcoin por usuários da internet. Atualmente, as moedas do Bitcoin já podem ser compradas e trocadas até em casas de câmbio.

Essa moeda virtual tem sido bastante utilizada em sites que oferecem serviços e produtos. O dinheiro é aceito como pagamento e, depois disso, as pessoas podem trocá-lo pela moeda padrão do país.


O Bitcoin é uma maneira de gerar dinheiro em P2P. A moeda ficou famosa no mundo todo por estar sendo usada na chamada Silk Road, um tipo de mercado negro onde é possível comprar qualquer tipo de produto anonimamente.

Essa moeda ainda não tem uma regulamentação e pode ser proibida em alguns países. Para garantir a segurança de suas operações, o Bitcoin registra globalmente todas as negociações feitas com a moeda.

O 1 BitCoin hoje está valendo algo em torno de R$ 2.000,00 essa nova moeda está muito valorizada!



Como é feito o dinheiro

Dinheiro é, basicamente, um pedaço de papel que possui um valor diferenciado, mas para que esse valor seja válido, tem que ser feita de uma maneira muito especial, se não todo mundo poderia produzir todo dinheiro que quisesse.




Brasil possui uma Casa da Moeda, local onde o dinheiro e alguns outros documentos importantes, que não podem ser facilmente falsificados, são produzidos.
A Casa da Moeda brasileira já tem muitos anos de história, pois foi fundada em 1694. Com o passar do tempo, as instalações dessa fábrica de dinheiro cresceram e hoje ela está instalada no Distrito Industrial de Santa Cruz, no Rio de Janeiro.

Fazendo dinheiro

Produzir dinheiro não é nada fácil. E tudo começa com a matéria prima.
O papel usado para fazer dinheiro não é comum e normalmente não é vendido. Ele tem fibras de algodão, é mais áspero e resistente do que papel normal.

O primeiro passo na hora de fazer dinheiro é a impressão offset, onde a nota recebe uma primeira camada com tinta invisível, que só pode ser detectada com luz azul. Logo em seguida, uma nova impressão coloca os primores elementos nela, como alguns dos desenhos. Nesse estágio é necessário uma espera de dois dias para secagem, pois a nota está com os dois lados cheios de “tinta fresca”.
Em seguida vem a calcográfica, onde alguns elementos em relevo são impressos na nota. O próximo passo é a impressão do número que muda de cor, que aparece nas notas de dez e vinte.


Quando tudo que precisa estar na cédula já foi impresso, existe uma checagem manual feita exclusivamente por mulheres. Após isso, há uma fase onde as notas são cortadas e recebem o número de série, impresso duas vezes: Uma no canto inferior, em preto, e uma em cima, em vermelho, com fonte crescente.
Depois disso, as notas são embaladas em maços e guardadas nos cofres, até serem entregues para o Banco Central.

Inglaterra não aderiu ao euro



Por razões econômicas e culturais. Apesar de integrar a União Europeia desde 1973, o Reino Unido optou por manter a sua moeda tradicional, a libra esterlina. Segundo o economista britânico Tejvan Pettinger, privilegiou-se a independência financeira do país. O Banco da Inglaterra manteve a autonomia para usar certas estratégias (como intervenções na taxa de juros ou desvalorizações da moeda) para regular a economia. Além disso, o euro não era tão vantajoso, porque o principal parceiro econômico do Reino Unido são os EUA, que usam o dólar. Algumas questões culturais também são importantes. "Os britânicos não viam com bons olhos a perda da soberania ou o fim de um de seus símbolos nacionais, a libra".



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